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Em 11 de março, a OMS – Organização Mundial de Saúde – declarou a pandemia do Coronavírus e que por conta do seu alto risco de contágio e por poder levar a sérios problemas respiratórios trouxe intensas mudanças a nossa vida. A infectividade e a mortalidade são mais altas que algumas pandemias prévias. A propagação e a contaminação tem variado de acordo com a localização e até o presente o único manejo para resolução da mesma é o lockdown.

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As atividades realizadas de forma ordenada, com certa regularidade, intensidade e intenção, constituem um subtipo de atividade física, designado exercício físico. E sua relação com o Sistema Imunológico tem gerado interesse e curiosidade nesse período de quarentena e de pandemia causada pelo COVID-19. A literatura cientifica relata que a prática regular de exercícios moderados ajuda no reforço da imunidade promovendo um aumento dos linfócitos (células de defesa do nosso organismo), que destroem células tumorais ou infectadas por vírus e bactérias.

A classificação do nível de esforço físico é, normalmente, estabelecida através de parâmetros fisiológicos e metabólicos, como por exemplo frequência cardíaca máxima, consumo máximo de oxigénio e índice de percepção de esforço (Pires da Silva et al., 2009).

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Recentemente alguns estudos mostraram que a infecção causada pelo coronavírus pode estar relacionada com sintomas de conjuntivite. Apesar de não estar entre os sintomas mais comuns da COVID-19, a Academia Americana de Oftalmologia recomenda que pacientes com suspeita de conjuntivite sejam investigados quanto a ocorrência de sintomas respiratórios.

Outros estudos mostraram que as pessoas podem se infectar através dos olhos pela conjuntiva (membrana fina e transparente que recobre os olhos).  O vírus se espalha pelo ar por gotículas de aerossol decorridos de tosse e/ou espirro, e se alguma pessoa estiver contato dos olhos com essas gotículas pode se infectar.

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*Por Daniela Lima - Diretora Médica do LPC Laboratório e Vacinas.

SARS-CoV-2 é o novo Coronavírus identificado como agente etiológico da CO­VID-19, que começou em Wuhan, na China, no final de 2019 e se espalhou por todo o mundo. Nesse novo mundo de hoje, cenário de muito medo e receio, assim como muitas novidades e conhecimentos, precisamos estar atentos as informações que chegam diariamente até nós, mas ao mesmo tempo precisamos filtrar o que de fato é confiável e nos traz informações de qualidade. Por isso, resolvemos falar aqui sobre os muitos testes que têm surgido com o objetivo de apoiar no diagnóstico da doença, na intenção de tirar algumas dúvidas em relação as suas solicitações e interpretações.

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*Por Regilene Batista, Endocrinologista e coordenadora do Serviço de Tratamento de Obesidade Promédica - STOP.

Até 11 de maio de 2020, mais de 4 milhões de infectados pelo novo Coronavírus eram registrados no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), com cerca de 279 mil mortes pela COVID-19. No Brasil, temos mais de 200 mil casos e somos o 6º país em número de mortes, com mais 13 mil óbitos causados por este vírus.  Entre as doenças que trazem maior chance de pior evolução dos casos de COVID 19, temos as doenças cardiovasculares, diabetes e, mais recentemente, a obesidade.

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A radioterapia é uma especialidade médica que utiliza a radiação ionizante no tratamento de neoplasias malignas e algumas patologias benignas. Estima-se que cerca de 65% dos pacientes oncológicos terão indicação de radioterapia em algum momento do curso terapêutica, seja com objetivo radical ou paliativo. Contudo, com o avanço dos casos confirmados do novo coronavírus (COVID-19) no país, sobretudo nos grandes centros urbanos, algumas dúvidas podem surgir a respeito de como os pacientes oncológicos devem proceder nessa particular situação.

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Os atendimentos de reabilitação estão suspensos devido a quarentena, mas os estímulos em casa nunca param. Brincadeiras com os pais não substituem as terapias, mas nem por isso são menos importantes. Pelo contrário, são fundamentais pro desenvolvimento, permitindo um maior conhecimento de si, do outro e do ambiente e maior interação entre a família.

Ao brincar, a criança tem a oportunidade de exercitar funções, experimentar desafios, investigar e conhecer o mundo. Brincando, a criança desenvolve os sentidos, adquire habilidades para usar as mãos e o corpo, (re)conhecendo objetos e suas características, texturas, forma, tamanho, cor, som.

Quando nos referimos especificamente as crianças com deficiência, estudos mostram que elas brincam menos que uma criança sem deficiência, porque seu tempo é monopolizado pelas terapias (por isso é tão importante uma rotina adequada de intervenções que permita momentos de brincadeiras em família) e por ter menos parceiros para brincar. Além do fato de serem mais dependentes dos parceiros adultos para iniciar uma brincadeira e mantê-la por um tempo significativo.

Assim, enquanto terapeutas ocupacionais, devemos também auxiliar os pais a descobrir seu filho, compreendendo que apesar das limitações, ele pode ser sorridente, curioso, ter interesses e todas as suas potencialidades e habilidades devem ser exploradas.

Verena Ballalai -Terapeuta Ocupanional - Crefito 7 6220-TO

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Você, com certeza, já teve contato com as fake news que vem sendo divulgadas sobre o Novo Coronavírus. O infectologista e Diretor Técnico Assistencial do Hospital Santa Izabel, Dr. Ricardo Madureira, desmistifica algumas delas nesse vídeo. Busque sempre fontes confiáveis! Você também pode acompanhar o que diz o Ministério da Saúde sobre o assunto.
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As dúvidas sobre o novo Coronavírus (Covid-19) vão sendo esclarecidas dia após dia para a população e já se sabe que há dois grupos de risco principais: indivíduos acimas de 60 anos e pessoas com doenças crônicas que afetam o sistema imunológico. Neste segundo, encontram-se os pacientes oncológicos, que, geralmente, por conta da própria doença ou mesmo em consequência do tratamento, têm sua imunidade suprimida. 

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*Por Nathale Prates, endocrinologista das Clínicas Clivale

O Brasil é o quarto país com maior número de diabéticos no mundo, com cerca de 13 milhões de pacientes com a doença. Quem tem diabetes integra o grupo de risco do novo coronavírus e precisa ter cuidado redobrado: o sistema imunológico comprometido dos diabéticos, sobretudo os mal controlados, pode mascarar ou agravar o aparecimento dos sintomas da infecção pelo coronavírus. Também é importante lembrar que o excesso de glicose no sangue e a disfunção imunológica desses pacientes (que vai da redução da imunidade até os estágios de inflamação desordenada e exagerada) afetam o tratamento da doença. 

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